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| Prefeito Cláudio Ferreira e o secretário Municipal de Saúde Mykaell Vitorino no lançamento do programa Zera Fila. Foto - Ednilson Aguiar/Gcom |
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| Marcos Miraglia - Gcom |
Introdução:
Nos últimos tempos, uma notícia chocante começou a circular em grupos de WhatsApp, redes sociais e até em alguns sites mais obscuros: a suposta morte do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação, é claro, se espalhou como rastilho de pólvora, causando alvoroço e muitas dúvidas. Mas vamos direto ao ponto: é tudo FAKE NEWS. Neste artigo, vamos desvendar a origem desse boato e mostrar como você pode checar informações assim para não cair em mentiras.
O Boato:
A mensagem geralmente vem com um texto dramático, algo como: "URGENTE! Donald Trump sofreu um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. Morreu aos 77 anos." Muitas vezes, essas publicações são acompanhadas de imagens antigas ou vídeos de outros eventos editados de forma a parecerem verídicos. A estratégia é sempre a mesma: apelar para o emocional e espalhar desinformação.
A Verificação dos Fatos:
Basta uma rápida busca em fontes confiáveis para ver que a história não tem pé nem cabeça.
Fontes Oficiais: Nenhuma grande agência de notícias do mundo — como BBC, Reuters, Associated Press (AP) ou CNN — noticiou o fato. Um evento de tamanha magnitude seria a manchete principal em todos os veículos de comunicação sérios, simultaneamente.
Redes Sociais do Próprio Trump: O melhor antídoto contra fake news sobre uma pessoa pública é checar seus próprios canais. Donald Trump é extremamente ativo em sua rede social, Truth Social. Nas últimas horas e dias, ele postou diversas mensagens, inclusive vídeos ao vivo em comícios, mostrando que está muito vivo e ativo.
Fontes de Checagem: Sites especializados em desmentir informações falsas, como o Boatos.org, a Lupa e o Reuters Fact Check, já se debruçaram sobre essa alegação específica em ocasiões anteriores e a classificaram como FALSA.
De Onde Surgiu Isso?
Esse boato não é novidade. Versões dessa mesma mentira circularam outras vezes em 2022, 2023 e agora em 2024. Especialistas em desinformação apontam que a criação e o compartilhamento desse tipo de conteúdo têm alguns objetivos:
Engajamento: Gerar cliques e visualizações em sites sensacionalistas que lucram com anúncios.
Manipulação Política: Criar caos e confusão, especialmente em um ano eleitoral importante como é o dos EUA em 2024.
Testar a Capacidade de Viralização: Grupos mal-intencionados frequentemente testam narrativas falsas para ver quais pegam.
Como Não Cair em Fake News:
Desconfie de Manchetes Bombásticas: Se a notícia for realmente urgente e importante, vários veículos sérios terão noticiado.
Cheque a Fonte: A informação veio de um site conhecido ou de um perfil estranho no Twitter? A URL do site é confiável?
Procure a Confirmação: Não compartilhe nada imediatamente. Abra outra aba no navegador e procure pela mesma notícia em portais de credibilidade.
Use o Bom Senso: Donald Trump é uma das figuras mais vigiadas do planeta. Sua morte seria impossível de ser escondida ou noticiada primeiro por um perfil obscuro nas redes.
Conclusão:
A alegação da morte de Donald Trump é 100% falsa. É mais um exemplo clássico de como a desinformação se espalha rapidamente na era digital. O ex-presidente norte-americano continua vivo, fazendo campanha e postando em suas redes sociais.
Portanto, respire fundo e pense antes de clicar no "encaminhar". Ao duvidar e checar, você não só protege a sua credibilidade, mas também combate a onda de mentiras que polui a internet. Vamos espalhar a verdade, não fake news!
#FakeNews #DonaldTrump #VerifiqueAntesDeCompartilhar
🦷 25 de agosto - Análise do Mercado de Ouro (XAUUSD)
Na última sexta-feira, o ouro reagiu a indicadores econômicos dos EUA e ao movimento do índice do dólar, apresentando uma alta temporária.
Posteriormente, houve uma venda de realização de lucros.
Atualmente, o preço está oscilando em torno de US$ 3.365, com uma disputa equilibrada entre a pressão de venda no topo e o suporte na base. A seguir, organizarei a análise técnica por período de tempo.
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🌟 Gráfico Diário RSI: 53 → Neutro, levemente altista
Os candles mostram sombras superiores proeminentes, sugerindo enfraquecimento da pressão de alta.
Linhas horizontais: Resistência em US$ 3.454, suporte em US$ 3.315. No médio prazo, o movimento está dentro de uma faixa (US$ 3.315 – US$ 3.454), com potencial de alta limitado.
🌟 Gráfico de 4 Horas RSI: 42 → Tendência levemente baixista MACD: Sinal de cruzamento de morte (bearish crossover) iminente
Após a recente alta, o movimento perdeu força, formando um padrão de venda na retração.
Níveis importantes: Resistência entre US$ 3.372 – US$ 3.389, suportes em US$ 3.315 / US$ 3.301. No curto prazo, o mercado está propenso a testar o lado de baixa.
🌟 Gráfico de 1 Hora RSI: 59 → Aproximando-se da zona de sobrecompra MACD: Sinais de reversão a partir de uma zona de alta
Os candles mostram uma consolidação após a alta, com energia de alta enfraquecendo. Compras de curto prazo na retração apresentam alto risco; vendas na retração são mais eficazes.
✅ Resumo Gráfico Diário → Mercado em faixa, sem direção clara Gráfico de 4 Horas → Predominância de vendas na retração (pressão de venda entre US$ 3.372 – US$ 3.389) Gráfico de 1 Hora → Alta pausada, com maior probabilidade de queda
● Pontos de Entrada Venda (Short) entre US$ 3.365 – US$ 3.372 Alvo (TP): US$ 3.333 / US$ 3.315 Stop Loss (SL): Acima de US$ 3.377
Compra (Long) se o preço cair para US$ 3.315 – US$ 3.320 Alvo (TP): US$ 3.345 – US$ 3.350 Stop Loss (SL): Abaixo de US$ 3.308
Na atual conjuntura, a estratégia de venda (short) é mais favorável. No entanto, como o mercado está no meio de uma faixa ampla, é mais seguro realizar lucros rapidamente.
Se leu até o final, por favor, deixe um “curtir” e “repost” 👀
A tarifa como um freio, não um castigo
O que está em jogo nas relações comerciais entre Estados Unidos e União Europeia? Essa questão vai muito além de números e percentuais, envolvendo um tabuleiro complexo de poder, estratégia e adaptação em um mundo cada vez mais volátil. A nova tarifa mínima de 15% imposta pelos EUA à Europa é um marco que mexe com mercados, empresas e consumidores, e entender seus desdobramentos é essencial para quem quer se posicionar bem no cenário econômico atual.
À primeira vista, passar de uma tarifa de 2% para 15% pode parecer um golpe duro. E, de certa forma, é. Mas, olhando o contexto, essa mudança funciona mais como um freio de emergência do que como uma punição. Diante das ameaças recentes da política comercial americana, a Europa poderia ter enfrentado algo bem pior — tarifas de 30% ou até 50% já foram ventiladas em caso de retaliação. O acordo atual, portanto, reflete uma negociação que, mesmo tensa, conseguiu evitar o pior.
Há alívios importantes nesse cenário. Setores cruciais, como o farmacêutico, mantêm tarifa zero enquanto investigações de segurança nacional estão em curso. Equipamentos para semicondutores também escaparam da nova taxa. A tarifa de 15% é um limite, não uma regra aplicada sem critério, o que mostra que houve espaço para diálogo e que algumas linhas vermelhas foram respeitadas.
Um acordo difícil, mas com lições
A Europa está em uma posição delicada, com crescimento econômico estagnado em torno de 1% e pouca margem para absorver custos extras. Washington entendeu bem esse cenário e jogou pesado, mas com precisão. A resposta de Bruxelas foi cautelosa, e isso precisa ser visto com pragmatismo: uma crise comercial agora seria insustentável.
Há quem critique o acordo, e com razão. Mas é importante olhar o quadro todo. A Europa está em melhor posição que a China, que enfrenta tarifas de até 55%, e alinhada com parceiros como o Japão. Além disso, os compromissos energéticos firmados com os EUA podem sinalizar um rearranjo geopolítico mais amplo, especialmente relevante enquanto a guerra na Ucrânia segue sem solução à vista. A dependência dos EUA, embora incômoda para alguns, é uma realidade prática e, por ora, necessária.
Eu vejo esse acordo como um copo meio cheio. Ele não resolve tudo, mas elimina uma incerteza perigosa, evita uma crise comercial e organiza o jogo de forma mais previsível. Em um mundo onde prever o próximo passo é um desafio, isso já é alguma coisa. Às vezes, ser realista é a única força que se tem — e, nesse caso, foi o bastante.
Conclusão: Não é o ideal, mas poderia ser pior
Chamar esse acordo de rendição é simplista. A Europa não está em posição de força, e, diante do risco de uma guerra comercial, optou por contenção. O resultado não é brilhante, mas é prático. Mais do que isso, ele tira do caminho uma ameaça real à estabilidade dos mercados. Para investidores, isso pode ser uma oportunidade, especialmente em setores como o de saúde nos EUA, que pode se beneficiar das receitas tarifárias em meio a cortes nos subsídios do ACA. Para a Europa, o acordo é uma pausa tática, não uma derrota definitiva.
I. Fundamentos do Ouro
1. Expectativas de Corte na Taxa do Fed
Dados econômicos fracos nos EUA, como indicadores de emprego e produção industrial, intensificaram as apostas do mercado em um corte na taxa de juros do Federal Reserve em setembro. Esse cenário pressiona o dólar americano, favorecendo a valorização do ouro. Além disso, mudanças na administração do Fed e incertezas políticas têm amplificado a volatilidade, aumentando a demanda por ouro como ativo de segurança.
2. Tensões Comerciais e Geopolíticas
A imposição de tarifas de 25% sobre a Índia e outros países pela administração Trump reacendeu preocupações com atritos comerciais, elevando a aversão ao risco. Paralelamente, tensões geopolíticas, como o confronto EUA-Rússia e instabilidades no Oriente Médio, reforçam o apelo do ouro como porto seguro.
3. Fraqueza do Dólar Americano
O índice do dólar (DXY) mostra recuperação limitada. Caso os indicadores econômicos dos EUA permaneçam fracos, o dólar pode sofrer novas quedas, beneficiando diretamente o ouro.
II. Análise Técnica do Ouro
Tendência Intradiária
Indicadores Técnicos
Observações Técnicas
III. Estratégia de Negociação para Hoje
1. Negociação de Curto Prazo (Range Trading)
2. Negociação de Rompimento (Tendência)
IV. Gestão de Risco
V. Resumo e Recomendações
No curto prazo, o ouro tende a oscilar com viés de alta, mas enfrenta resistência significativa entre 3.385-3.400, onde uma correção pode ocorrer. Para trading, priorize entradas durante as sessões da Europa e EUA, evitando a baixa volatilidade da sessão asiática. Mantenha disciplina na gestão de risco e ajuste posições com base em novos dados econômicos ou geopolíticos.
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